domingo, 14 de novembro de 2010

OBJETO INTERIOR



Eletricidade instalada de maneira irregular.
Funcionamento instruído a base da fé.
-Compassados cálculos aritméticos de difícil compreensão...
Enquanto subordinava os pares, mensurava puramente o impossível.
Rabisca poesia...
-Falar em japonês...
Gritaria, gritaria.
Saudade construída, alegria.
Alicerce firme, molhado pelo suor.
Trafega logomarca, honrado folclore brasileiro.
Eu, um menino, canto coração, ando na mais pura oração.
Careta, cochilo o aconchego.
Algumas horas de eterno zelo.
Saneia curiosidade, outros te vigiam sacaneiam.
Sem destino, saboreia.
-Eu convido você abençoa...
Ilumina bem me quer quem quer que seja.
-Batalha, cicatriz...
Esperança, numa volta alucinada.
Conquista das verdadeiras ondas, verso livre, vaso vazio.
Recusa de poeta, tentativa.
-Quem iria preocupar?
-Prosa arte popular...
Futurismo não simboliza.
-De moderna, um ser surrealismo...
Escola realista.
Semeia em qualquer templo, lugar, ocasião.
Saneia frases que fogem do paladar rústico de uma sincera abreviatura.
Temperança, expectativa.
-Paz interior...
Objeto.

por Deiviscoelho

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